Diagnóstico avançado da doença de Alzheimer e outras demências

Diagnóstico avançado da doença de Alzheimer e outras demências

O diagnóstico da doença de Alzheimer é extremamente importante para esclarecer o processo e as mudanças cognitivas e comportamentais para o paciente e sua família; explicar sobre a variabilidade do curso clínico, por exemplo, se há possibilidade de melhora ou estabilidade prolongada e planejar a adaptação às mudanças progressivas, estabelecendo uma relação clínica de confiança.

O que configura um quadro de demência?

Um quadro de demência pode ser caracterizado por declínio cognitivo progressivo, isso significa que pode atingir diretamente a capacidade funcional do indivíduo acometido pela condição. Há algumas doenças como a demência frontotemporal, por corpos de Lewy, vascular e entre outras, mas a principal e mais comum é a Doença de Alzheimer (DA).

Quais os principais sintomas de demência?

Os sintomas variam dependendo do tipo de demência e em qual estágio a condição se encontra em cada indivíduo.

Os avaliadores devem estar atentos aos principais indícios que são: mudanças no comportamento, mudanças na personalidade e sintomas psiquiátricos.

O que é avaliado inicialmente em um paciente com queixa cognitiva?

Em uma primeira avaliação de um paciente com queixa cognitiva, recomenda-se seguir quatro elementos essenciais: 

  • História clínica e exame físico, neurológico e mental;

  • Exames laboratoriais para exclusão de causas reversíveis;

  • Exame de neuroimagem estrutural, como Ressonância Magnética com sequências 3D volumétricas para estimativa do volume das estruturas mesiais temporais, incluindo os hipocampos;

  • Avaliação neuropsicológica.

Quando é recomendado o uso de recursos mais avançados para o diagnóstico de Doença de Alzheimer?

Em determinados casos, estudos avançados são essenciais para uma maior precisão diagnóstica. Para isso, podem ser solicitados exames de neuroimagem avançados, biomarcadores e testes genéticos. Veja os casos: 

  • Casos de demências rapidamente progressivas: é quando a condição evolui de forma muito rápida, normalmente em um período menor do que 1 ano ou até em alguns meses.

  • Casos de início precoce: quando a doença é diagnosticada em pessoas com menos de 65 anos de idade.

  • Em pacientes com comprometimento cognitivo leve: quando há presença de alterações nas baterias cognitivas, porém sem prejudicar o sistema funcional.

  • Casos de demência com apresentações atípicas: quando há comprometimentos motores, comportamentais, alucinações e convulsões.

  • Dúvida diagnóstica: nesse caso pode-se utilizar recursos avançados para obter uma melhor precisão no diagnóstico.

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Categoria
Saúde