Consulta de vacinação: vacinas obrigatórias e opcionais
Você sabe que precisa manter a carteirinha de vacinação atualizada, mas tem dúvidas sobre quais deve tomar e quando? Para isso, você pode contar com orientação de um profissional.
Siga a leitura e saiba mais sobre a consulta de vacinação, como ela funciona e quais são as diferentes recomendações.
O que é uma consulta de vacinação?
A consulta de vacinação é uma consulta realizada por um médico especialista em vacina, com foco na análise detalhada e na personalização da proteção imunológica de cada paciente.
Ela é indicada para pessoas que pretendem viajar, mudar de cidade, possuem lacunas de vacinação ou simplesmente não sabem quais vacinas são obrigatórias e opcionais para seu perfil, além das pessoas com condições especiais de saúde, como transplantados e portadores de doenças autoimunes.
Como a consulta de vacinação funciona?
O processo é prático e completo, podendo ocorrer de duas formas: presencialmente ou via telemedicina (online).
Durante o atendimento, o médico realiza:
- Análise da carteirinha: ele verifica quais doses já foram recebidas e quais estão atrasadas.
- Integração com histórico clínico: ele avalia condições de saúde prévias que possam demandar cuidados específicos.
- Personalização do esquema vacinal: ele faz uma indicação precisa das vacinas necessárias para aquele paciente.
- Orientações gerais: ele esclarece eventuais dúvidas sobre reações, prazos e eficácia dos imunizantes.
Quem pode fazer a consulta de vacinação?
O serviço no Alta Diagnósticos é indicado para adultos e crianças de ambos os sexos. Mas é especialmente recomendada para quem possui comorbidades, imunossuprimidos ou qualquer pessoa que queira garantir que sua proteção está completa, mas não sabe interpretar o calendário vacinal padrão.
Quando fazer a consulta de vacinação?
Não existe uma data única, mas há momentos em que a consulta se torna essencial:
- Viagens: antes de viajar para o exterior ou para áreas endêmicas dentro do Brasil. Nesses casos, o ideal é procurar o serviço com antecedência (preferencialmente de 4 a 8 semanas antes do embarque) para garantir que as vacinas façam efeito a tempo.
- Mudança de cidade ou país (transição geográfica): para adequar a imunização às exigências e riscos do novo local.
- Dúvidas sobre o calendário: se você não sabe quais vacinas são obrigatórias ou opcionais para sua idade.
- Lacunas na vacinação: quando há atraso nas doses e é necessário planejar um esquema de “catch-up” (atualização) seguro.
Precisa de encaminhamento para agendar a consulta?
Geralmente, o agendamento pode ser feito de forma direta pelo individuo interessado. E, para o atendimento, é recomendável ter em mãos a carteirinha de vacinação e, se houver, um histórico médico básico.
Vacinas para entrar na Europa
Ao contrário de muitos países tropicais, a maioria dos países da Europa não exige o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) para febre amarela.
Mas a consulta é importante para atualizar vacinas recomendadas devido a surtos locais ou sazonalidade. E alguns exemplos seriam:
- Sarampo: devido a surtos recentes em alguns países europeus, estar protegido é fundamental.
- Meningites e gripe: vacinas frequentemente recomendadas dependendo da época do ano e do destino específico.
- Covid-19: as regras podem variar, sendo importante verificar a necessidade de certificados atualizados.
O médico consultará as fontes oficiais (como os alertas da SBIm e órgãos internacionais) para indicar exatamente o que você precisa para sua proteção individual durante a viagem.
Onde fazer a consulta de vacinação?
Você pode realizar sua consulta de vacinação com toda a excelência e tecnologia do Alta Diagnósticos. O serviço conta com médicos especializados para atender você e sua família, seja no conforto da sua casa (via telemedicina) ou em uma de nossas unidades.
Lembre-se que este serviço específico de consulta não está disponível na modalidade de atendimento domiciliar, apenas a aplicação das vacinas posteriormente.
Clique no botão abaixo para agendar sua consulta e garantir sua proteção.
Fonte: Dra. Rosana Richtmann, Infectologista e consultora em vacinas na Dasa



